sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

CONFLITO NA FAIXA DE GAZA

O conflito do Hamas em cores
09 de janeiro de 2009



Por: Giora Becher, Embaixador de Israel no Brasil.



O mundo livre ficou chocado quando terroristas explodiram trens e um ônibus em Londres e Madri, e transformaram os dois prédios mais altos do mundo em uma pilha de detritos, em Nova York. Todos concordaram que deveria existir uma cooperação internacional conjunta dirigida a ataques terroristas perpetrados por fanáticos islâmicos. A operação de Israel na Faixa de Gaza faz parte da luta mundial contra o terror. Os israelenses têm o mesmo direito básico dos cidadãos de São Paulo, Rio de Janeiro ou Brasília de viverem em segurança em suas cidades e lares, sem estarem expostos aos perigos de foguetes que possam "cair sobre eles" a qualquer momento.



Onde quer que os israelenses estejam, têm meros 15 segundos para correr com suas familias até o abrigo mais próximo e salvar suas vidas. Por oito longos anos, a cidade de Sderot, localizada a apenas 4 km de Gaza, tem vivido assim. Um quarto da população da cidade já saiu. Vocês estariam dispostos a viver sob estas condições, dia e noite, por oito anos, alvos de projéteis lançados pelo Hamas? O povo palestino não é nosso inimigo. Eles são nossos vizinhos. Queremos realmente "construir pontes" de diálogo e esperança de um futuro melhor com os palestinos.



O Hamas é nosso inimigo. Esta é uma organização terrorista islâmica violenta, membro do eixo radical Teerã–Hezbolá. Com sua linha dura de aderência a uma doutrina religiosa extremista, eles não querem fazer nenhum compromisso e não respeitam nenhum acordo. Seu objetivo declarado é o de eliminar o Estado de Israel e assassinar todos os seus cidadãos. O Hamas já explodiu ônibus lotados de passageiros em Tel Aviv, Haifa e Jerusalém. O Hamas enviou terroristas suicidas para assassinar centenas de israelenses em muitos locais. Como vocês agiriam se uma organização terrorista brutal fosse enviada para matar civis e crianças em seus restaurantes e ônibus? Além do mais, o Hamas não é apenas inimigo de Israel, mas inimigo de todos os árabes moderados.



Pouco tempo atrás, quando o Hamas tomou Gaza à força, seus homens não se importaram quando jogaram seus opositores políticos, que apoiavam a Autoridade Palestina, do alto de prédios. Muitos foram mortos pelo fogo do Hamas, enquanto o poder era tirado das mãos do presidente Abbas. Os palestinos moderados conhecem a amarga verdade sobre o Hamas. Eu gostaria que vocês soubessem a verdade também. O Hamas é uma encarnação do pior pesadelo da região. Ele não representa o desejo nacional palestino de independência, porque se opõe à "solução de dois Estados", isto é, um Estado israelense e um palestino vivendo lado a lado em paz e segurança. Ao invés disto, defende a idéia de um Estado islâmico fanático que seria estabelecido sobre as ruínas do Estado judaico. O objetivo do Hamas não é estabelecer um Estado palestino e nunca foi. Pelo contrário, seu objetivo é a destruição do Estado de Israel, pura e simplesmente. Se uma organização terrorista quisesse a destruição de seu país como condição de parar com a agressão violenta, vocês balançariam a cabeça e diriam: "amém"?



No verão de 2005, Israel retirou-se de Gaza completamente. Aos palestinos foi dada uma histórica oportunidade de mudar seu destino e fazer com que Gaza se tornasse um milagre econômico, nacional e cultural. Com uma ajuda internacional maciça, eles poderiam ter transformado Gaza em um paraíso. Mas o Hamas tomou o controle e transformou Gaza em um antro de terrorismo e opressão. Ele violou todos os acordos de cessar-fogo com Israel, contrabandeou foguetes fabricados no Irã através de túneis na fronteira e ignorou as necessidades humanitárias básicas da população civil palestina. Qual é a fórmula certa para responder ao fogo direcionado contra suas casas com o intuito de te matar? Seria certo responder com 8 mil foguetes direcionados às casas dos atacantes? Qual é a aritmética moral correta? O Hamas dispara contra nossos civis a partir de seus esconderijos entre sua própria população civil. Eles se encolhem entre crianças, em mesquitas e hospitais, esperando que Israel responda para que possam posar de vítimas na imprensa mundial. Israel sabe lidar com isto bem melhor do que qualquer exército no mundo, que já se encontrou em circunstâncias bem menos difíceis.



Há aqueles entre a mídia mundial que caem facilmente nas armadilhas de falsas fotos. Peço que não sejam convencidos. Apesar da luta contínua, Israel se esforça para transferir ajuda humanitária para Gaza. Quase todos os dias, aproximadamente 80 caminhões descarregam toneladas de alimentos e medicamentos nas passagens da fronteira para serem transportadas até Gaza. A Força Aérea de Israel investe esforços tremendos para evitar atingir civis. Em suas reuniões, 80% do tempo são dedicados a discutir maneiras de atingir alvos terroristas conhecidos sem atingir civis inocentes, como jogar folhetos do ar dizendo aos residentes quais áreas estão para ser bombardeadas. Vocês conhecem qualquer outra Força Aérea no mundo que toma tais medidas em tempo de guerra? Nosso pessoal telefona para casas em Gaza, avisando aos civis inocentes o que está para acontecer com um prédio que aloja um quartel general do Hamas ou armazena foguetes. Apesar de todos os nossos esforços, nem sempre obtemos sucesso.



As casualidades civis são profundamente sentidas. Erros ocorrem até em tempos de paz, quanto mais na guerra. Nossa guerra contra o Hamas tem o objetivo de proteger as vidas de nossos cidadãos que moram no Sul de Israel, mas é bem mais do que isso. Pode proteger o processo político e a chance de paz entre Israel e os palestinos, chance esta constantemente "torpedeada" pelo Hamas. Tem também o intuito de evitar que esta região caia em um abismo de fanatismo e hegemonia iraniana. É parte da luta legítima contra o terrorismo e extremismo assassino. Se vocês se colocarem por um momento em nossos lugares e entenderem as dificuldades passadas pelos israelenses, vocês poderão ter um retrato colorido da situação real.



* Artigo publicado em 09 de janeiro de 2009 no Jornal do Brasil.

domingo, 25 de maio de 2008

Max Gehringer: Executivos no Céu!?

O texto abaixo é do genial Max Gehringer, que escreve sobre recursos humanos e carreira em vária revistas. Recebi por e-mail e não sei a origem precisa. Além da grande lição de moral, é também uma ótima piada.


A Executiva no Céu

Foi tudo muito rápido.

A executiva bem-sucedida sentiu uma pontada no peito, vacilou, cambaleou.
Deu um gemido e apagou.
Quando voltou a abrir os olhos, viu-se diante de um imenso portal.

Ainda meio zonza, atravessou-o e viu uma miríade de pessoas.
Todas vestindo cândidos camisolões e caminhando despreocupadas.

Sem entender bem o que estava acontecendo, a executiva bem-sucedida abordou um dos passantes:

-Enfermeiro, eu preciso voltar urgente para o meu escritório, porque tenho um meeting importantíssimo. Aliás, acho que fui trazida para cá por engano, porque meu convênio médico é classe A, e isto aqui está me parecendo mais um pronto-socorro. Onde é que nós estamos?

-No céu.

-No céu?...

-É. Tipo assim, o céu. Aquele com querubins voando e coisas do gênero.

-Certamente. Aqui todos vivemos em estado de gozo permanente.

Apesar das óbvias evidências (nenhuma poluição, todo mundo sorrindo, ninguém usando telefone celular), a executiva bem-sucedida custou um pouco a admitir que havia mesmo apitado na curva.

Tentou então o plano B: convencer o interlocutor, por meio das infalíveis técnicas avançadas de negociação, de que aquela situação era inaceitável. Porque, ponderou, dali a uma semana ela iria receber o bônus anual, além de estar fortemente cotada para assumir a posição de presidente do conselho de administração da empresa.

E foi aí que o interlocutor sugeriu:

-Talvez seja melhor você conversar com Pedro, o síndico.

-É? E como é que eu marco uma audiência? Ele tem secretária?

-Não, não. Basta estalar os dedos e ele aparece.

-Assim? (...)

-Pois não?

A executiva bem-sucedida quase desaba da nuvem.
À sua frente, imponente, segurando uma chave que mais parecia um martelo, estava o próprio Pedro.
Mas, a executiva havia feito um curso intensivo de approach para situações inesperadas e reagiu rapidinho:

-Bom dia. Muito prazer. Belas sandálias. Eu sou uma executiva bem-sucedida e...

-Executiva... Que palavra estranha. De que século você veio?

-Do 21. O distinto vai me dizer que não conhece o termo "executiva"?

-Já ouví falar. Mas não é do meu tempo.

Foi então que a executiva bem-sucedida teve um insight.
A máxima autoridade ali no paraíso aparentava ser um zero à esquerda em modernas técnicas de gestão empresarial. Logo, com seu brilhante currículo tecnocrático, a executiva poderia rapidamente assumir uma posição hierárquica, por assim dizer, celestial ali na organização.

-Sabe, meu caro Pedro. Se você me permite, eu gostaria de lhe fazer uma proposta. Basta olhar para esse povo todo aí, só batendo papo e andando à toa, para perceber que aqui no Paraíso há enormes oportunidades para dar um upgrade na produtividade sistêmica.

-É mesmo?

-Pode acreditar, porque tenho PHD em reengenharia. Por exemplo, não vejo ninguém usando crachá. Como é que a gente sabe quem é quem aqui, e quem faz o quê?

-Ah, não sabemos.

-Headcount, então, não deve constar em nenhum versículo, correto?

-Hã?

-Entendeu o meu ponto? Sem controle, há dispersão. E dispersão gera desmotivação. Com o tempo isto aquí vai acabar virando uma anarquia.
Mas nós dois podemos consertar tudo isso rapidinho implementando um simples programa de targets individuais e avaliação de performance.

-Que interessante. ..

-Depois, mais no médio prazo, assim que os fundamentos estiverem sólidos e o pessoal começar a reclamar da pressão e a ficar estressado, a gente acalma a galera bolando um sistema de stock option, com uma campanha motivacional impactante, tipo: "O melhor céu da América Latina".

-Fantástico!

-É claro que, antes de tudo, precisaríamos de uma hierarquização de um organograma funcional, nada que dinâmicas de grupo e avaliações de perfis psicológicos não consigam resolver.

-Aí, contrataríamos uma consultoria especializada para nos ajudar a definir as estratégias operacionais e estabeleceríamos algumas metas factíveis de leverage, maximizando, dessa forma, o retorno do investimento do Grande Acionista... Ele existe,certo?

-Sobre todas as coisas.

-Ótimo. O passo seguinte seria partir para um downsizing progressivo, encontrar sinergias high-tech, redigir manuais de procedimento, definir o marketing mix e investir no desenvolvimento de produtos alternativos de alto valor agregado. O mercado telestérico por exemplo, me parece extremamente atrativo.

-Incrível!

-É óbvio que, para conseguir tudo isso, nós dois teremos que nomear um board de altíssimo nível. Com um pacote de remuneração atraente, é claro. Coisa assim de salário de seis dígitos e todos os fringe benefits e mordomias de praxe. Porque, agora falando de colega para colega, tenho certeza de que você vai concordar comigo, Pedro. O desafio que temos pela frente vai resultar em um turnaround radical.

-Impressionante!

-Isso significa que podemos partir para a implementação?

-Não. Significa que você terá um futuro brilhante ... se for trabalhar com o nosso concorrente. Porque você acaba de descrever, exatamente, como funciona o Inferno...
Coisas que não entendo...


  • Porque uma dona de casa que "rouba" um pote de margarina + uma lata de óleo é presa imediatamente...

  • Um "pai" joga a filha pela janela e fica em cela especial depois de semanas de recursos judiciais...


  • Um missionário vive com R$ 250 no meio da Amazônia.

  • Eu com mais de R$ 800 não consigo comprar tudo que quero no meio da "cidade grande"


  • Um funcionário diz "chega meia noite e não chega meio dia"

  • Um desempregado em algum lugar do Brasil diz: Obrigado Senhor por mais um dia


Você nunca pensou nisso?

E em nossos pratos cheios?
Nossos lares abastados?
Nossas mega-igrejas?

Mas como diz o narrador de um filme: - Isso... é uma outra história.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

O LÁPIS MEU AMIGO

5 COISAS QUE EU APRENDI COM O LÁPIS

1° Qualidade: Você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma Mão que guia seus passos. Esta mão nós chamamos de Deus, e Ele deve sempre conduzi-lo em direção à Sua vontade.

2° Qualidade: De vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final, ele está mais afiado. Portanto, saiba suportar algumas dores, porque elas o farão ser uma pessoa melhor.

3° Qualidade: O lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos manter no caminho da justiça.

4° Qualidade: O que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você

E Finalmente a 5° qualidade: O Lápis sempre deixa uma marca.
Da mesma maneira, saiba que tudo que vc fizer na vida, irá deixar traços..

terça-feira, 22 de abril de 2008

MINHA VIDA, MINHA HISTÓRIA

João e Mané

João era um importante empresário. Morava em um apartamento de cobertura, na zona nobre da cidade. Naquele dia, João deu um longo beijo em sua amada e fez em silêncio a sua oração matinal de agradecimento a Deus por sua vida, seu trabalho e suas realizações. Após tomar café com a esposa e os filhos, João levou-os ao colégio e se dirigiu a uma de suas empresas.
Chegando lá, cumprimentou com um sorriso os funcionários, inclusive Dona Teresa, a faxineira. Tinha ele inúmeros contratos para assinar, decisões para tomar, reuniões com vários departamentos da empresa,contatos com fornecedores e clientes, mas a primeira coisa que disse para sua secretária foi:

'Calma, faça uma coisa de cada vez, sem stress'

Ao chegar a hora do almoço, ele foi para casa curtir a família. A tarde tomou conhecimento que o faturamento do mês superou os objetivos e mandou anunciar que todos os funcionários teriam gratificações salariais no mês seguinte.

Apesar da sua calma, ou talvez, por causa dela, conseguiu resolver tudo que estava agendado para aquele dia.

Como já era sexta-feira, João foi ao supermercado, voltou para casa, saiu com a família para jantar e depois foi dar uma palestra para estudantes, sobre motivação para vencer na vida.

Enquanto isso, no bairro mais pobre de outra capital, vive Manoel, ou Mané, como era mais conhecido. Como fazia em todas as sextas-feiras, Mané foi para o bar jogar sinuca e beber com amigos. Já chegou lá nervoso, pois estava desempregado. Um amigo seu tinha lhe oferecido uma vaga em sua oficina como auxiliar de mecânico, mas ele recusou, alegando não gostar do tipo de trabalho.
Mané não tinha filhos e estava também sem uma companheira, pois sua terceira mulher partiu dias antes dizendo que estava cansada de ser espancada e de viver com um inútil.

Ele estava morando de favor, num quarto imundo no porão de uma casa. Naquele dia, Mané bebeu mais algumas, jogou, bebeu, jogou e bebeu até o dono do bar pedir para ele ir embora. Ele pediu para pendurar a sua conta, mas seu crédito havia acabado, então armou uma tremenda confusão...e o dono do bar o colocou pra fora.

Sentado na calçada, Mané chorava pensando no que havia se tornado sua vida, quando seu único amigo, o mecânico, apareceu e, após levá-lo para casa e curando um pouco o porre, perguntou a Mané:

-'Diga-me por favor, o que fez com que você chegasse até o fundo do poço desta maneira?'

Mané então desabafou:

-'A minha família...
Meu pai foi um péssimo exemplo. Ele bebia, batia em minha mãe, não parava em emprego nenhum. Tínhamos uma 'vida miserável. Quando minha mãe morreu doente, por falta de condições, eu saí de casa, revoltado com a vida e com o mundo. Tinha um irmão gêmeo, que também saiu de casa no mesmo dia, mas foi para um rumo diferente, nunca mais o vi. Deve estar vivendo desta mesma forma'.

Enquanto isso, na outra capital, João terminava sua palestra para estudante s. Já estava se despedindo quando um aluno ergueu o braço e lhe fez a seguinte pergunta:

-'Diga-me por favor, o que fez com que o senhor chegasse até onde está hoje, um grande empresário e um grande ser humano?'

João emocionado, respondeu:

-'A minha família. Meu pai foi um péssimo exemplo. Ele bebia, batia em minha mãe, não parava em emprego nenhum, tínhamos uma vida miserável. Quando minha mãe morreu, por falta de condições, eu saí de casa, decidido que não seria aquela vida que queria para mim e minha futura família. Tinha um irmão gêmeo, que também saiu de casa no mesmo dia, mas foi para um rumo diferente, nunca mais o vi. Deve estar vivendo desta mesma forma'.

Moral da história:

O que aconteceu com você até agora, não é o que vai definir o seu futuro, e sim a maneira como você vai reagir a tudo que aconteceu. Sua vida pode ser diferente, não se lamente pelo passado, construa você mesmo o seu futuro, mas sempre segurando na mão de DEUS. Encare tudo como uma lição de vida, aprenda com seus erros e até mesmo com o erro dos outros.
O que aconteceu é o menos importante. O que realmente importa é o que você vai fazer com o que acontecer.

'Procure ser uma pessoa de valor, em vez de procurar ser uma pessoa de sucesso. O sucesso é conseqüência.'

terça-feira, 15 de abril de 2008

PORTAS ABERTAS

"Para tudo há uma ocasião certa; há um tempo certo para cada propósito debaixo do céu."
Eclesiastes 3.1


Esperar para ter a inocência reconhecida, esperar para agir com sabedoria, esperar pela transformação de um coração duro, esperar por um veredicto que pode ser uma condenação à morte... São testes de fé pelos quais todos os cristãos irão passar em algum momento de suas vidas. Só as circunstâncias é que mudam.

Na China, assim como as autoridades vêm reprimindo a desavença com os manifestantes no Tibete, um cristão de etnia uigur pode ser condenado à morte neste mês na região vizinha Xinjiang, depois que o acusaram de pôr a segurança nacional em perigo (leia mais).

Na Somália, muitos recém-convertidos perderam suas vidas logo após aceitar Jesus. A maioria deles é formada por crentes secretos que estão muito isolados ou vivem vigiados (leia mais). É tempo de orar por eles.

Na Índia, quatro missionários presos por exibir um filme sobre a vida de Jesus tiveram a oportunidade de pregar para um superintendente e até para os policiais (leia mais). Um exemplo clássico de como o Senhor tem um tempo e um modo para cumprir o seu propósito na Terra.

Querido Internauta, não se deixe consumir pelo ritmo imposto pelo mundo. Num mundo cada vez mais veloz, onde temos de ter uma resposta rápida para tudo, não é fácil esperar pelo tempo de Deus. Mas é possível. Seja paciente e tenha bom ânimo!

Que o Senhor abençoe você,

Tsuli Narimatsu
Jornalista

PS: Confira aqui a agenda de eventos de Johan Companjen, presidente da Portas Abertas Internacional, que estará no Brasil no fim de abril com sua esposa Anneke, para as comemorações dos 30 anos da Missão Portas Abertas.

sexta-feira, 4 de abril de 2008

ÚLTIMOS DIAS

Coisa de louco.

Não tem outro conceito que eu consiga formar ao ouvir as notícias na imprensa brasileira.
Agora, informados fomos. A Bíblia já dizia há muito tempo que essas barbaridades começariam a acontecer de uma hora para outra.

A respeito da menina que foi jogada pela janela, que a pessoa (se é que podemos chamar de pessoa alguém que age desta maneira) precisou cortar a tela de proteção para finalizar o ato sórdido e desumano, nada mais existe para se falar.
Se tornou um "filão" da imprensa que acaba de se tornar xerife de uma cidade sem donos em busca de um culpado para colocar na "forca".

Acho que ninguém pensa na mãe e avós que toda hora escutam novamente que a dura realidade da perda da filha, realmente aconteceu. Sim, não é apenas um pesadelo que se findará.

Outros casos se seguiram aqui no Brasil, fazendo com que nossa fé fosse mais uma vez provada e testada sobre todas as sensações possíveis ao ver onde as coisas estão chegando sem Deus.

Lembro-me de um episódio na África, quando um pregador estava tranquilamente falando sobre a Palavra de Deus em sua igreja, os guerrilheiros chegaram, tomaram de assalto os membros dentro do pequeno templo e jogaram pela janela do segundo andar seu filho de seis meses pela janela.

Sem vida, a pequena criança foi colhida pelo pastor, que retornou ao púlpito e disse: - Se os senhores soldados permitirem, finalizarei minha mensagem e após o culto faremos o velório de meu pequeno filho.

Fico pensando se fôssemos nós, como reagiríamos a essas barbáries que acontecem sem motivo.

Todo louco possui suas motivações, mas todo santo deve possuir as suas também para resistir ao mal e permanecer fiel diante das tempestades da vida.

Nossa oração e apoio aos familiares de todos aqueles que ao redor do mundo se perguntam onde está Deus diante disso tudo.

Eu me atrevo a responder e com humildade lhes digo: Ele está no mesmo lugar que esteve quando Seu próprio Filho foi morto por nós na Cruz do Calvário.

E Ele ainda nos ama.